Preço por tipo de acomodação
Você vende o tipo — estúdio, dois quartos, chalé —, e a unidade é atribuída depois. Tipo com uma única unidade funciona do mesmo jeito.
Preço por tipo de acomodação, pedido de reserva no seu site, acerto com o proprietário, hóspede que entra com o rosto e limpeza que dispara no checkout. Para condomínios que operam temporada, flats, pousadas e hotéis pequenos — tudo no mesmo sistema da portaria.
Você vende por tipo de acomodação. A tarifa vigente de maior prioridade vence em cada noite, e o total chega decomposto — diárias, adicionais e limpeza —, nunca só um número.
Você vende o tipo — estúdio, dois quartos, chalé —, e a unidade é atribuída depois. Tipo com uma única unidade funciona do mesmo jeito.
A tarifa de maior prioridade vigente em cada noite vence. A alta temporada cobre o Carnaval sem apagar a tarifa padrão.
A regra de estadia mínima e o valor por hóspede além da capacidade entram no cálculo, noite por noite.
Uma por estadia, não por noite. Aparece decomposta no orçamento, em vez de embutida na diária.
Quem confere vê diárias, adicionais e limpeza separados — nunca só um número que ninguém consegue explicar depois.
Manutenção ou uso do proprietário tiram a unidade, ou o tipo inteiro, de venda por um período — e a disponibilidade já os considera.
A reserva é o contrato comercial; a liberação de acesso nasce dela, na confirmação. É o que liga quem vende a quem opera a portaria, sem digitar a estadia duas vezes.
A recepção cria a reserva, atribui a unidade e confirma. O orçamento fica congelado: a tarifa pode mudar depois sem alterar o que foi vendido.
O sistema recusa duas estadias na mesma unidade ao mesmo tempo, e quem sai no dia 12 libera a noite do 12 para venda.
A reserva tem estados claros — pré-reserva, confirmada, cancelada — e a política de cancelamento fica registrada nela.
Se o CPF já está cadastrado, a confirmação reaproveita o cadastro, e não trava justamente no cliente que volta todo ano.
Confirmar a reserva gera a liberação de acesso, o voucher e o lugar no quadro, sem digitar a mesma estadia duas vezes.
A recepção opera as reservas sem poder alterar acomodações e tarifas. São permissões separadas.
O site de reservas é uma página do seu condomínio. Ele mostra o preço e a disponibilidade reais e fecha o pedido como pré-reserva, que a recepção confirma.
Uma página no endereço do seu condomínio, com a faixa de noites, a ficha de cada tipo, a política, o FAQ e o mapa.
O conteúdo vem no HTML, não montado no navegador: título, descrição, dados estruturados e o preço real. Quem ainda não tem foto, descrição e tarifa não é indexado.
Datas e acomodação, dados do hóspede com documento e foto, confirmação. O preço é recalculado no servidor e a disponibilidade é conferida de novo no envio.
O pedido chega como pré-reserva e a recepção confirma no ERP. Ninguém recebe confirmação automática de uma unidade que já foi fechada no balcão.
A reserva tem um link próprio, só dele, para acompanhar o pedido.
Ligar, desligar, textos, horários, política, regras e FAQ saem de uma tela do sistema. O site nasce desligado e só entra no ar quando você decide.
Onde o condomínio tem controle de acesso facial, a credencial do hóspede vale entre o check-in e o check-out, no mesmo sistema da portaria.
A facial do hóspede é provisionada com validade exata entre o check-in e o check-out, no equipamento do condomínio. Passou do prazo, deixa de abrir.
O hóspede preenche documento e foto por um link, antes de chegar. Na chegada, ele entra com o rosto, sem passar pela recepção.
A estadia tem voucher com os dados da reserva e da unidade, para quem precisa de um papel.
Quem já administra os acessos do condomínio não abre um segundo painel: a estadia e a portaria são o mesmo cadastro.
A camareira recebe a tarefa, roda o checklist com foto, e o gestor vistoria à distância. A unidade só volta para a venda quando está pronta.
O condomínio recebe e depois repassa ao proprietário por PIX. O relatório de acerto é a conta aberta que sustenta esse repasse.
Reservas, estado das unidades e ocupação no mesmo lugar, para quem gerencia ver o dia de longe.
Quem dorme onde, quem chega, quem sai hoje e o que ficou para trás, numa tela só.
Linha por unidade, barra por estadia, bloqueio como período, e o popover com o que dá para fazer em cada reserva.
Ocupação e o estado das unidades no mesmo nível dos números do dia, não numa aba escondida.
Marcar várias unidades de uma vez, para a governança que atende o andar inteiro.
A cor diz se a unidade está ocupada; a etiqueta diz se está limpa. Lê de longe, que é como o gerente usa.
Condomínio, flat, pousada pequena e clube com chalés. O alvo é quem já tem a unidade e a portaria — e quer o canal direto e o acerto no mesmo sistema.
Apartamentos alugados por temporada, onde o condomínio já controla a portaria e quer controlar também a reserva e o acerto.
Proprietário investidor, operador no meio e a pergunta de sempre: quanto entrou, quanto fica, quanto vai pra quem.
Poucos quartos, planilha e WhatsApp, e a hora em que a planilha para de dar conta.
Chalé, unidade de lazer ou multipropriedade que precisa de preço, reserva e acesso na mesma mão.
Ainda não há tabela pública. Dizer isso agora é melhor do que inventar um número.
O módulo de hospedagem é um add-on e ainda não tem preço de tabela. A proposta sai do tamanho da operação: quantas unidades e quantos tipos de acomodação.
O objetivo do produto é tirar a comissão do caminho. Não há percentual sobre cada diária vendida no seu canal direto.
Há um condomínio operando temporada sobre o módulo. Conte o seu caso e a gente mostra o que já roda, sem prometer o que ainda não existe.
Um livreto que só lista virtude não ajuda ninguém a decidir. Isto aqui é o que ele não resolve — para você não descobrir depois de assinar.
O sistema entrega a operação. Convenção, dado sensível e tributação do repasse têm dono fora dele.
O STJ admite que a convenção proíba a locação por curta temporada. Só faz sentido contratar onde ela permite, ou onde a operação é hoteleira desde o projeto.
A credencial facial vale apenas entre o check-in e o check-out. O texto de consentimento e a regra de retenção da foto você valida com o jurídico do condomínio antes de operar.
O relatório mostra a conta aberta que sustenta o PIX ao proprietário. Ele não substitui a orientação do contador sobre o tratamento do repasse.
O que roda hoje, com o selo de piloto onde a operação ainda é de um cliente só.
Tarifa base, temporada, fim de semana e estadia mínima.
Orçamento congelado e unidade atribuída na confirmação.
Faixa de noites, ficha por tipo e pedido em três passos.
Credencial facial válida do check-in ao check-out.
Tarefa, checklist com foto e vistoria à distância.
Ocupação, estado das unidades e reservas no mesmo lugar.
Bruto, limpeza, retenção e líquido, com PDF e chave PIX.
O papel da estadia com os dados da reserva.
A recepção opera, quem define o preço é outro papel.
Conte quantas unidades você opera e como as reservas chegam hoje. A gente mostra o que já roda — e o que ainda não roda.
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